Galera votou no Trump pra melhorar a economia. E aí, como tá?

E aí, galera! Este é o Espaço do Terror, uma nova coluna onde vamos falar sobre como a galera está recebendo a segunda presidência do Donald Trump nos EUA. A ideia é acompanhar as pesquisas de opinião pública—por isso o nome, que é um trocadilho com “margem de erro” e o sentimento de desespero que muita gente tá sentindo ao pensar sobre o futuro. Mas vamos além dos números e ver como Trump tá se saindo com diferentes grupos demográficos e culturais que foram importantes para sua vitória em 2024.

Hoje, vamos falar sobre: os caras dos negócios que não curtem tarifas!

Vamos falar de tarifas! Um assunto bem sem graça, né? Confesso que ignorei isso nas aulas de economia na escola, achei que não era relevante desde os anos 30. Mas, surpresa, tarifas estão de volta, e por conta disso, vou ter que desembolsar mais grana por um abacate na semana que vem!

Na quarta-feira, Trump anunciou que vai lançar a maior rodada de tarifas até agora. Tarifas são impostos sobre produtos que estão sendo importados, pagos pela empresa estrangeira que traz eles para o país. Pelo que saiu na mídia, pode ser que essas tarifas afetem todos os países que fazem comércio com os Estados Unidos. E, sim, é esquisito que ainda não tenhamos muitos detalhes já que o negócio deve acontecer a qualquer momento. As tarifas que Trump já impôs cobrem produtos específicos vindos do Canadá, México e da China.

Essas novas políticas devem trazer inflação no curto prazo, porque as empresas provavelmente vão aumentar os preços dos seus produtos, passando os custos das tarifas para a gente. Mesmo que a inflação não esteja muito alta se comparada a tempos passados, a população ainda acha que tudo tá caro, desde a alta de preços em 2022 até 2023. Ou seja: quando os preços subirem de novo, a galera vai perceber de imediato.

No longo prazo, essas tarifas podem ser um verdadeiro problema pra economia no geral. Quando tudo fica mais caro, as pessoas acabam comprando menos. Mesmo que essas tarifas sejam sobre produtos estrangeiros, empresas americanas também vão sofrer. Por exemplo, se uma loja grande vende 10 TVs feitas na Coreia por mil dólares cada, e agora a tarifa faz o preço pular pra mil e duzentos, a loja não vai ganhar um centavo a mais com isso. No final, se só oito TVs mais caras forem vendidas, a loja vai perder duzentos dólares.

Os investidores de Wall Street sacaram isso há um tempo e começaram a cortar valores das ações das empresas americanas com a possibilidade de que a economia não ande bem. Menos crescimento futuro significa menos valor nas ações.

Além disso, a incerteza tá fazendo com que empresas como aquela loja famosa pause seus planos de abrir novas filiais. Elas estão com medo de quanto vão faturar no futuro. Se todas as empresas cortam gastos, a economia desacelera e o desemprego aumenta. A gente também pode ver quedas no turismo e na receita de exportação, já que outros países, insatisfeitos com as políticas de Trump, podem cortar visitas e compras.

E tem mais! A falta de apoio à pesquisa médica e acadêmica está fazendo muitos cientistas americanos pensarem em deixar o país. Como a capacidade de pesquisa científica é a base do domínio americano nas áreas de tecnologia e medicina, isso seria péssimo para a economia a longo prazo.

No final das contas, a administração Trump tá recebendo muita crítica pela gestão da economia, tanto da galera normal quanto dos grandes empresários.

Cerca de 64% dos americanos acreditam que Trump não está se esforçando o suficiente para baixar os preços. E apenas 23% dizem que suas políticas econômicas melhoraram suas vidas.

A situação não está boa, e tudo isso mostra que a administração Trump ainda vai enfrentar muitos desafios. Os números falam, e a galera está percebendo que as coisas não estão da forma que deveriam. Pelo visto, vão ter que reavaliar as estratégias!

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